"Do jeito que vão as coisas e as pessoas, entramos num período de
expectativa técnica: quem será o primeiro cadáver dessa guerra? Não se sabe seu
gênero, sua idade, sua raça ou o que o matará – mas ele toma forma, e vem
vindo.
Depois, os dois lados se culparão mutuamente pela sua morte, e todos
lamentarão a tragédia – o que para ele não fará a menor diferença", avisa
o escritor Luis Fernando Veríssimo, um dos maiores intelectuais brasileiros,
sobre o clima de pré-guerra civil instalado no País.
Em sua crônica, ele também critica o que considera abusos do Paraná;
"as leis brasileiras foram simplificadas a uma só diretriz: o Moro pode
tudo"
Por: Luiz Veríssimo

Nenhum comentário:
Postar um comentário