Como o pau da Justiça que bate em
Chico (o PT) não bate em Francisco (o PSDB), ao contrário do que prometia fazer
o procurador-geral Rodrigo Janot, dois tucanos com ambições presidenciais,
Aécio Neves e Geraldo Alckmin, imaginaram que poderiam cavalgar as massas em
fúria na Paulista, mas saíram de lá escorraçados;
O episódio foi didático para ambos
aprenderem, na marra, como a antipolítica prepara o terreno para projetos
fascistas, como o de Jair Bolsonaro, ou de salvadores da Pátria, como o juiz
Sergio Moro; agora, é hora de as forças políticas responsáveis do País tentarem
construir uma reforma política séria, que ponha fim à atual relação entre
Executivo e Legislativo, implodida pela Lava Jato
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