ÚLTIMO ADEUS:
Eu vou embora como a flor do Galho
Por falta de chuva e de Orvalho
Desprende-se do Galho onde
vivia
As pétalas morreram
rapidamente
Deste jeito serei
futuramente
Quando meu corpo baixar a
Campa fria.
No silêncio do mundo
invisível
Não tenho ideia se será
possível
O contato com o mundo onde
vivo;
Na turbulência do quadro
transitório
Não sei se esse momento me
será notório
Para o futuro em
definitivo.
Deixo as auroras que eu
amo tanto
Que que se romperam de
um negro manto
Que a madrugada enviou pra
mim,
Esses auroras são a minha
vida
Sejam mais belas na minha
partida
No último suspiro que será
meu fim.
Quando o meu corpo se
chamar saudade
Deixem dormir na
eternidade,
Sem ouvir nenhum só
lamento
De tristeza alguém faça acúmulo
Que as folhas secas passem
pelo túmulo
Tranquilamente no soprar
do vento.
O poeta faleceu em
04\04\2016

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