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| img. marfreitas |
Diante do quadro instável que se aproxima (janeiro de 2017), o sertanejo
busca sinais que renove sua esperança. Com este mesmo propósito, está
acontecendo em Fortaleza um encontro intitulado “Seminário sobre a seca de 2010
a 2016 no semiárido brasileiro”. O tema está sendo discutido no auditório do
Banco do Nordeste no bairro do Passaré na capital cearense, onde, durante três
dias (30/11/2016 à 02/12/2016), especialistas do mundo inteiro dialogam sobre a
possível ocorrência de mais um ano de seca.
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| img. Marcos Studart |
Além das entidades que estudam os fenômenos climáticos, políticos de diferentes
níveis federativos, ali se fazem presentes para juntos buscarem soluções, mesmo
que sejam paliativas, considerando a morosidade nas ações políticas, como por
exemplo, a transposição do São Francisco que há muito deveria está concluída,
ao contrário, segundo previsão dos mais otimistas a água chegará ao Castanhão
em 2018. Portanto, “o que falta, na verdade, é compromisso político, vontade de
solucionar o problema que assola o nordeste brasileiro”, afirmou um agricultor
que preferiu manter-se anônimo.
Cravada a região semiárida, na margem esquerda do Rio Banabuiú, a
economia de Morada
Nova se encontra totalmente estagnada em função da seca. O
perímetro irrigado já está parado há quase dois anos e a perspectiva não é nada
promissora. Como se isso não bastasse, se não chover, a previsão de
especialista e de que “o Castanhão nos próximos 100 dias atingirá o seu volume
morto”. O mesmo se encontra com 5% de sua capacidade, conforme declaração de representantes
da Agência Nacional de Águas – ANA, COGERH, FUNCEME e outros institutos de
pesquisas climáticas. “Não existe um plano B em curto prazo para garantir o
abastecimento humano e dessedentação animal” se referindo ao Ceará, Rio Grande
do Norte, Paraíba e outras regiões do Nordeste. Tenho dito.
Vídeo:
Por: Marfreitas



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