domingo, 11 de dezembro de 2016

Morada Nova: Pilantropia do prefeito Glauber possivelmente começou ainda no seu primeiro mandato (1993/1996)


Atitudes políticas do naipe do então prefeito de Morada Nova chegam muitas vezes a ser patético do ponto de vista e do respeito para com a sociedade, pasmem os senhores o cúmulo do descaso, bem como a certeza da impunidade, desse gestor ao resolver se cobrir com a prerrogativa de prefeito municipal para dilapidar, usurpar o patrimônio público. A matéria faz referência ao ato lesivo a todo morada novense.

Aconteceu em 1996 quando o então prefeito Glauber Castro no final de seu mandato( primeiro mandato), resolveu doar toda estrutura do Hospital Francisco Galvão de Morada Nova para a fundação São Lucas, uma organização privada, como se isso não bastasse,  destacamos ainda que este ato não é apenas uma iniciativa de bondade do “gestor” Glauber, na verdade a fundação beneficiada pertence a sua família, ou pelo menos pertencia àquela época, ficando assim, explicitamente deflagrada a intenção do prefeito, que, levianamente em uma manobra oficial e ilícita para enriquecer sua família, sequestrando o Hospital “Regional” de Morada Nova, patrimônio público da cidade de maior relevância para todos os seus munícipes.



Estamos em dezembro de 2016, 20 anos depois, Glauber Castro está saindo do seu terceiro mandato e mais uma vez sem coisas positivas para apresentar aos correligionários, todavia, podemos destacar a obra inacabada da UPA que se arrasta desde o segundo mandato. Caso a sociedade não tivesse intervido através da justiça, para barrar aquele golpe contra o patrimônio público, hoje possivelmente o Hospital Regional de Morada Nova estaria nas mãos de terceiros, e não seria mais da família do atual prefeito e sim de um outro grupo, visto, que o desmando na gestão do referido prefeito se estende também na Fundação São Lucas que até então tinha à frente sua família.

Então, como hoje a fundação é gerida não mais pela tradicional família, e sim por outras pessoas, foi preciso à intervenção do Ministério Público, afastando assim, o risco real deste patrimônio que por uma manobra, quase foi parar nas mãos de particulares. Tenho dito.

Por: Marfreitas

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