Atitudes políticas do naipe do então prefeito de Morada Nova chegam
muitas vezes a ser patético do ponto de vista e do respeito para com a
sociedade, pasmem os senhores o cúmulo do descaso, bem como a certeza da
impunidade, desse gestor ao resolver se cobrir com a prerrogativa de prefeito municipal
para dilapidar, usurpar o patrimônio público. A matéria faz referência ao ato
lesivo a todo morada novense.
Aconteceu em 1996 quando o então prefeito Glauber Castro no final de seu
mandato( primeiro mandato), resolveu doar
toda estrutura do Hospital Francisco Galvão de Morada Nova para a fundação São
Lucas, uma organização privada, como se isso não bastasse, destacamos ainda que este ato não é
apenas uma iniciativa de bondade do “gestor” Glauber, na verdade a fundação beneficiada
pertence a sua família, ou pelo menos pertencia àquela época, ficando assim,
explicitamente deflagrada a intenção do prefeito, que, levianamente em uma
manobra oficial e ilícita para enriquecer sua família, sequestrando o Hospital “Regional”
de Morada Nova, patrimônio público da cidade de maior relevância para todos os
seus munícipes.
Estamos em dezembro de 2016, 20 anos depois, Glauber Castro está saindo
do seu terceiro mandato e mais uma vez sem coisas positivas para apresentar aos
correligionários, todavia, podemos destacar a obra inacabada da UPA que se
arrasta desde o segundo mandato. Caso a sociedade não tivesse intervido através
da justiça, para barrar aquele golpe contra o patrimônio público, hoje possivelmente
o Hospital Regional de Morada Nova estaria nas mãos de terceiros, e não seria mais
da família do atual prefeito e sim de um outro grupo, visto, que o desmando na
gestão do referido prefeito se estende também na Fundação São Lucas que até
então tinha à frente sua família.
Então, como hoje a fundação é gerida não mais pela tradicional família, e
sim por outras pessoas, foi preciso à intervenção do Ministério Público,
afastando assim, o risco real deste patrimônio que por uma manobra, quase foi
parar nas mãos de particulares. Tenho dito.


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